domingo, 29 de agosto de 2010

Layout da camiseta da turma com frases

Estudo SE

Categorias Taxonômicas
Reino:      animalia
Filos:        chordata
Classe:     mamália
Ordem:    carnívora                          primata
Família:    filidae            canidae       hominidae
Gênero:    Felis             Canis         Homo 
Espécie:   catus             lupus         sapiens


Carlos Lineu - 1707 - nomenclatura binominal

habitat - moradia
nicho - profissão
mesmo nicho só com hábitos alimentares diferentes.

Cadeia alimentar - sequência de seres vivos onde um serve de alimento a outro
Teia - conjunto de cadeias interligadas - espécies servem de alimento a mais de 1 ser vivo.

herbívoros - animais q se alimentam de vegetais (vaca, cavalo) frugívoros - morcego e nectívoro - borboleta
carnívoros - de outros animais (leão, raposa)
onívoros - de animais e vegetais (homem, aves, répteis)
insetívoros - de insetos (tamanduá, sapo)
hematófagos -de sangue (mosquitos, pulga, carrapato, alguns morcegos)
necrófagos - de animais mortos (urubu, camarão, hiena)

Fluxo de energia e matéria no ecossistema
somente 1%  da energia luminosa q atinge um ecossistema é utilizado na fotossíntese - gerando '50 a 200 bilhões de toneladas de material orgânico por ano.

a energia luminosa é absorvida pelas plantas e algas e transformada em energia química e armazenada em compostos orgânicos produzidos pela fotossíntese. Esses compostos são consmidos pela respiração gerando energia para plantas e algas crescerem, se reproduzirem e gerarem as funções metabólicas.

Parte da energia sai da planta em forma de calor e parte fica retida como composto orgânico q compõe o alimento disponível para os consumidores.

Uma parte das substâncias ingeridas pelo animal é eliminado pelas fezes e urina e outra é oxidada pela respiração produzindo energia necessária para o funcionamento do organismo.

Em média só 10% de energia passa de um nível trófico a outro.

Agrotóxicos - herbicidas e inseticidas - destroem os organismos considerados praga e acabam matando outras espécies q se alimentam dessas pragas. Livre de predadores naturais ela tende proliferar causando o desequilibrio no ecossistema.

Se o animal é especialista, se o seu alimento desaparece da cadeia alimentar, ele poderá desaparecer também, se não conseguir mudar de hábito alimentar.

Os agrotóxicos introduzidos na água são absorvidos pelo zooplâncton e a cada elo da cadeia essas substâncias vão ficando mais concentradas. Os agrotóxicos não são decompostos por fungos e bactérias - se acumulam no ambiente.

domingo, 15 de agosto de 2010

Bacteriologia

Ser vivo unicelular e microscópico, pertencente ao Reino Monera. Assim como todos os seres deste grupo, é formada por uma célula procarionte (desprovida de membrana nuclear). Por não apresentar o envoltório protetor do núcleo, o material genético (cromatina), constituído por uma única molécula de DNA (ácido desoxirribonucléico), encontra-se disperso no citoplasma. Apresenta membrana plasmática recoberta e protegida pela parede celular, de consistência gelatinosa. As bactérias causam várias doenças infecciosas . 

A transmissão pode ser feita pelo ar ou por contato direto (gotículas de saliva ou muco) ou indireto. 


Bactérias podem ser diferenciadas por vários fatores
1. morfologia (forma)
2. composição química (coloração)
3. necessidades nutricionais (meios de cultura)
4. atividade bioquímica
5. fontes de energia (luz solar, glicose, quimiosíntese)

Morfologia
tamanho, forma e arranjo das bacterias
tamanho: 0,2 a 2 µm (micrometro/milésima parte do milimetro) de diâmetro e 2,0 as 8,0 µm de comprimento


Formas: coco esférico, bacilo, espiral
- cocos - estafilococos e estreptococos
- bacilos - estreptobacilos
- espiral - vibriões, espirilos e espiroquetas
































- não tem núcleo organizado.


fimbrias - fixação
plasmídeo - info sobre características específicas
dna bacteriano - info genéticas
membrana plasmática - proteção
flagelo - movimentação


















CITOLOGIA


1. Glicocálise - substância (polissacarídeos/çúcares) envoltório finíssimo q circunda a célula animal formada de açúcares e proteínas. permite a fixação à diversas superfícies (mucaosa), relacionada com virulência bacteriana.
Patogenicidade - doença mais fatal - transmissção mais fácil da doença.


2. Flagelos - longos apêndices filamentosos - locomoção e movimentação.
3. Fimbrias - estruturas finas e curtas distribuídas por toda a célula bacteriana com função de aderência.
Pili - estruturas mais longas - 1 ou 2 por célula - função de transferir material genético pelo processo de conjugação.


Bactérias tem reprodução assexuada - 1 dá origem a 2, 2 a 4, 4 a 8...


4. Parede Celular - recobre a membrana plasmática - confere forma às bactérias. Protege de alteração no meio ambiente. Mantém a pressão osmótica, previne sua ruptura.


Composição química


rede molecular chamada de peptideoglicana(rigidez da parede) juntamente com outra substância (açúcares)




















- quanto mais rígida mais protegida










5. Membrana plasmática
- composição química - fosfolipideos (gordura) e proteína
funções - barreira seletiva / transporte de nutrientes
Este processo de entrada e saída de substâncias através da membrana plasmática são conhecidos como transporte passivo (difusão e osmose) e transporte ativo (endocitose, fagocitose, exocitose).


Movimento de materiais pela membrana


1. processos passivos - substâncias atravessam de uma área de alta concentração para outra de baixa concentração (a favor do gradiente)
1.1 - difusão simples - movimento liquido das moléculas ou íons - ex: O2 e CO2
1.2 - difusão facilitada - substância transportada combina-se com uma proteína. A maior das bactérias vive nessa solução.
1.3 - Osmose - movimento líquido do solvente
solução hipotônica - alta concentração de água - baixa concentração de solutos
solução hipertônica - alta concentração de solutos
plasmólise - alta concentração para baixa concentração - processo que ocorre perda de água da célula bacteriana, acompanhada do descolamento da membrana plasmática.
ex: carne com sal - geleia, compota... alta concentração de sal ou açúcar.


6. DNA bacteriano - função - info genética da bacteria
7. plasmídeo - pequeno dna celular - info adicionais ex: resistência a antibioticos.
8. Esporos - algumas possuem outras não (endosporos)
estruturas de resistência bacteriana, corpo oval de parede expessa 
ex: clostridium - bacillus
9. ribossomos - síntese de proteínas.











Transporte através das membranas

Mesmo nas membranas não biológicas, como as de plástico ou celulose, há moléculas que as conseguem atravessar, em determinadas condições. Dependendo das propriedades da membrana e das moléculas (ou átomos ou íons) em presença, o transporte através das membranas classifica-se em:
  • Transporte passivo – quando não envolve o consumo de energia do sistema, sendo utilizada apenas a energia cinética das moléculas; a movimentação dá-se a favor do gradiente de concentração (do meio hipertónico para o meio hipotónico).
  • Transporte ativo – quando o transporte das moléculas envolve a utilização de energia pelo sistema; no caso da célula viva, a energia utilizada é na forma de Adenosina tri-fosfato (ATP); a movimentação das substâncias dá-se contra o gradiente de concentração, ou seja, do meio hipotónico para o hipertónico.
O transporte através das membranas pode ainda ser classificado em mediado, envolve permeases (transporte ativo e difusão facilitada), e não-mediado (difusão directa).

[editar]Transporte passivo

O interior das células – o citoplasma – é basicamente uma solução aquosa de sais e substâncias orgânicas. O transporte passivo de substâncias na célula pode ser realizado através de difusão ou por osmose.
A difusão se dá quando a concentração interna de certa substância é menor que a externa, e as particulas tendem a entrar na célula. Quando a concentração interna é maior, as substâncias tendem a sair. A difusão pode ser auxiliada por enzimas permeases sendo classificada Difusão facilitada. Quando não há ação de enzimas, é chamada difusão simples
Quando a concentração externa de substâncias é maior que a interna, parte do líquido citoplasmático tende a sair fazendo com que a célula murche - plasmólise. Quando a concentração interna é maior, o líquido do meio externo tende a entrar na célula, dilatando-a - Turgência, entretanto existe ainda a situação em que a célula murcha e depois por motivos externos volta a obter sua quantidade normal de água,então esse fato é chamado de Deplasmolise, ou seja, uma plasmolise inversa. Neste caso, se a diferença de concentração for muito grande, pode acontecer que a célula estoure. As células que possuem vacúolos são mais resistentes à diferença de concentração, pois estas organelas, além de outras funções, agem retendo líquido.

[editar]Transporte ativo

O transporte ativo através da membrana celular é primariamente realizado pelas enzimas ATPases, como a importante bomba de sódio e potássio, que tem função de manter o potencial eletroquímico das células.
Muitas células possuem uma ATPase do cálcio que opera as concentrações intracelulares baixas de cálcio e controla a concentração normal (ou de reserva) deste importante mensageiro secundário. Uma outra enzima actua quando a concentração de cálcio sobe demasiadamente. Isto mostra que um íon pode ser transportado por diferentes enzimas, que não se encontram permanentemente ativas.
Há ainda dois processos em que, não apenas moléculas específicas, mas a própria estrutura da membrana celular é envolvida no transporte de matéria (principalmente de grandes moléculas) para dentro e para fora da célula:
  • endocitose – em que a membrana celular envolve partículas ou fluido do exterior - fagocitose ou pinocitose - e a transporta para dentro, na forma duma vesícula; e
  • exocitose – em que uma vesícula contendo material que deve ser expelido se une à membrana celular, que depois expele o seu conteúdo.














História da Microbiologia

ABIOGÊNESE - (antiguidade) -  (do grego a-bio-genesis , "origem não biológica") designa de modo geral o estudo sobre a origem da vida a partir de matéria não viva. (wiki). Segundoi igreja, enfermidades são castigos.


BIOGÊNESE - é uma hipótese biológica segundo a qual a matéria viva procede sempre de matéria viva.O primeiro passo na refutação científica da abiogênese aristotélica foi dado pelo italiano Francesco Redi, que em 1668, provou que larvas não nasciam em carne que ficasse inacessível às moscas, protegidas por telas, de forma que elas não pudessem botar lá seus ovos. Em suas "Experiências sobre a geração de insetos", Redi disse:

"A evolução do indivíduo deve reproduzir a da espécie." Ernst Haeckel Procurou do mesmo modo explicar transformações ocorridas durante o desenvolvimento mental do indivíduo pelo desenvolvimento intelectual da espécie.
Louis Pasteur - Seus experimentos deram fundamento para a teoria microbiológica da doença. Foi mais conhecido do público em geral por inventar um método para impedir que leite e vinho causem doenças, um processo que veio a ser chamado pasteurização.[2] Ele é considerado um dos três principais fundadores do microbiologia, juntamente com Ferdinand Cohn e Robert Koch.

Expôs a "teoria germinal das enfermidades infecciosas", segundo a qual toda enfermidade infecciosa tem sua causa (etiologia) num micróbiocom capacidade de propagar-se entre as pessoas. Deve-se buscar o micróbio responsável por cada enfermidade para se determinar um modo de combatê-lo.
Pasteur passou a investigar os microscópicos agentes patogênicos, terminando por descobrir vacinas, em especial a anti-rábica. Fundou em1888 o Instituto Pasteur, um dos mais famosos centros de pesquisa da atualidade.
Os germes estão no ar, na água e no solo.


Invenção do microscópio 





com lupa Robert Hooke observa protozoários, bactérias, fungos (leveduras) 1665 - tem fama da descoberta do microscópio mas antes dele outro fez observações com lupa.
A Hooke é atribuída com frequência a invenção do microscópio composto, que consiste de lentes múltiplas (geralmente três - uma ocular, uma lente de campo e uma objectiva). Embora tenha prestado muitos conselhos sobre novos projetos para microscópios ao fabricante Christopher Cock, esta atribuição parece estar incorreta.
Acredita-se que o microscópio tenha sido inventado em 1590 por Hans Janssen e seu filho Zacharias, dois holandeses fabricantes de óculos. Tudo indica, porém, que o primeiro a fazer observações microscópicas de materiais biológicos foi o neerlandês Antonie van Leeuwenhoek(1632 - 1723).


século XVI - epidemia de varíola na China - descoberta de quem pega a doença não fica doente mais - pus de um no outro torna imune. 


1796 - Edward Jenner - experimento:

Ao observar que as mulheres responsáveis pela ordenha quando expostas ao vírus bovino tinham uma versão mais suave da doença, ele recolheu o líquido que saía destas feridas e o passou em cima de arranhões que ele provocou no braço de um garoto. O menino teve um pouco de febre e algumas lesões leves, tendo uma recuperação rápida.
A partir daí, o cientista pegou o líquido da ferida de outro paciente com varíola e novamente expôs o garoto ao material. Semanas depois, ao entrar em contato com o vírus da varíola, o pequeno passou incólume à doença. Estava descoberta assim a propriedade de imunização (o termo "vacina", seria, portanto, derivado de vaca, no latim). Fundador da imunologia.
sec XIX - Pasteur e Kock - avançam nos estudos da microbiologia - decomposição = quebra em partículas menores.
Pasteurização 
A pasteurização reside basicamente no fato de se aquecer o alimento a determinada temperatura, e por determinado tempo, de forma a eliminar os microrganismos presentes no alimento. Posteriormente estes produtos são selados hermeticamente por questões de segurança, evitando assim uma nova contaminação. O avanço científico de Pasteur melhorou a qualidade de vida dos humanos permitindo que produtos como o leite pudessem ser transportados sem sofrerem decomposição.
- esterilização/assepcia - livre de qualquer microorganismo.
- técnicas de biossegurança
- 1ª vacina humana - raiva - cultura bacteriana - meio de cultura - alimento - sistema imune = memória.
sistema imunológico, também conhecido como sistema imunitário, compreende todos os mecanismos pelos quais um organismo multicelular se defende de invasores externos, comobactériasvírus ou poeira.
Existem dois tipos de mecanismos de defesa: os inatos ou não específicos, como a proteção dapele, a acidez gástrica, as células fagocitárias ou a secreção de lágrimas; e o sistema imunitário adaptativo, como a ação direccionada dos linfócitos e a sua produção de anticorpos específicos.

Mecanismos inatos ou não especificos

O sistema inato é composto pelos mecanismos que defendem o organismo de forma não específica, contra um invasor, respondendo da mesma forma, qualquer que ele seja. Constituem as estratégias de defesa mais antigas, sendo algumas destas formas encontradas nos seres multicelulares mais primitivos, nas plantas e fungos.

[editar]Barreiras físicas

  • A pele é a principal barreira. A sua superfície lipofílica é construida de células mortas ricas em queratina, uma proteína fibrilar, que impede a entrada de microorganismos. As secreções ligeiramente ácidas e lípidicas das glândulas sebácea e sudorípara criam um microambiente cutâneo hostil ao crescimento excessivo de bactérias.
  • O ácido gástrico é uma poderosa defesa contra a invasão por bactérias do intestino. Poucas espécies são capazes de resistir ao baixo pH e enzimas destruidoras que existem no estômago.
  • A saliva e as lágrimas contêm enzimas bactericidas, como a lisozima, que destroem a parede celular das bactérias.
  • No intestino, as numerosas bactérias da microbiota normal competem com potenciais patógenos por nutrientes e locais de fixação, diminuindo a probabilidade de estes últimos se multiplicarem em número suficiente para causar uma doença. É por isso que o consumo demasiado de antibióticos orais pode levar à depleção da microbiota benigna normal do intestino e, com cessação do tratamento, espécies perigosas podem multiplicar-se sem competição, causando, posteriomente, diversas doenças.
  • O muco é outra defesa, revestindo as mucosas. Ele sequestra e inibe a mobilidade dos corpos invasores, sendo a sua composição hostil para muitos microorganismos. Além disso, contém anticorpos do tipo IgA.

[editar]Fagócitos

Os fagócitos são as células, como neutrófilos e macrófagos, que têm a capacidade de estender porções celulares (pseudópodes) de forma direcionada, englobando uma partícula ou microorganismo estranho. Este microrganismo é contido num vacúolo, o fagossoma, que depois é fundido com lisossomas, vacúolos ricos em enzimas e ácidos, que digerem a particula ou organismo. Os fagócitos reagem a citocinas produzidas pelos linfócitos, mas também fagocitam, ainda que menos eficazmente, de forma autónoma sem qualquer estimulação. Naturalmente esta forma de defesa é importante contra infecções bactérianas, já que vírus são demasiado pequenos e a maioria dos parasitas demasiado grandes para serem fagocitados. A fagocitose também é importante na limpeza dos detritos celulares após infecção ou outro processo que leve a morte celular nos tecidos. No entanto os fagocitos morrem após algumas fagocitoses, e se o número de invasores e de detritos for grande, poderão ambos, fagocitos e bactérias, ficar presos num liquido pastoso e rico em proteínas estruturais, que se denomina pus.
Além disso estas células produzem radicais livres, formas altamente reactivas de oxigénio, que danificam as bactérias e outros invasores além dos tecidos a sua volta.
Algumas bactérias como o Mycobacterium tuberculosis, que causa a tuberculose, têm mecanismos de defesa contra a digestão após fagocitose, e sobrevivem dentro do fagócito parasitando-o e escondendo-se aí dos linfócitos.
Fagócitos e células relacionadas:
  • Neutrófilos: são granulócitos, fagocíticos móveis, o mais abundante e é sempre o primeiro a chegar ao local da invasão e sua morte no local da infecção forma o pus. Eles ingerem, matam e digerem patógenos microbianos. São derivados dos mastócitos e basófilos.
  • Macrófago: célula gigante, sendo forma madura do monócito, tem capacidade de fagocitar e destruir microorganismos intracelulares. A sua diferenciação é estimulada por citocinas. É mais eficaz na destruição dos microorganismos , tem vida longa ao contrário do neutrófilo.São móveis e altamene aderentes quando em atividade fagocítica.Macrófagos especializados incluem: células de Kupffer
(figado), células de Langerhans (pele) e células da Glia (Sistema Nervoso Central).
  • Basófilo e Mastócito: são granulócitos polimorfonucleados que produzem citocinas em defesa contra parasitas, também são responsáveis pela inflamação alégica mediadas por IgE.
  • Eosinófilo: São granulócitos polimorfonucleados que participam na defesa contra parasitas também participando de reações de hipersensibilidade via mecanismo de citotoxidade. Envolvido em manifestações de alergia e asma, via espeficidade por antígeno IgE.
Os neutrófilos, eosinófilos e basófilos também são conhecidos como polimorfonucleados (devido aos seus núcleos lobulados) ou granulócitos.

SOROS - anticorpos prontos - proteínas prontas - mais rápido - não cria imunidade.
VACINA - ativa anticorpos do nosso organismo - leva mais tempo porém cria imunidade.

KOCK - teoria do germe - doença está relacionada com um agente..

Febre puerperal - - hospitais ao lado do cemitério - parto e necrópsia )o mesmo médico) morte de mulheres grávidas - morriam após parto - falta de assepcia - microorganismo presente nos mortos viajava pelos médicos - assepcia com álcool 70° - hipoclorito.

Técnicas de Kock e Pasteur
- placas de petri
- coloração de gram
- assepcia
- isolamento de culturas puras
- meio de cultura - ágar 

Microscopia óptica - 2000x

1892 - vírus do mosaico do tabaco
1929 - penicilina - - Fleming
1932 - microscopia eletrônica - - visualização dos vírus (capa proteica - ácido nucleico). aumento de 32mil x- feixe de elétrons.

NANO - milésima parte do millimetro


Microbiologia é o ramo da biologia que estuda os microrganismos, incluindo eucariontesunicelulares e procariontes, como as bactériasfungos e vírus. Atualmente, a maioria dos trabalhos em microbiologia é feita com métodos de bioquímica e genética. Também é relacionada com apatologia, já que muitos organismos são patogenicos.

Biologia Molecular é o estudo da Biologia em nível molecular, com especial foco no estudo da estrutura e função do material genético e seus produtos de expressão, as proteínas. Mais concretamente, a Biologia Molecular investiga as interacções entre os diversos sistemas celulares, incluindo a relação entre DNARNA e síntese proteica. É um campo de estudo alargado, que abrange outras áreas da Biologia e da Química, em especial Genética e Bioquímica.

PCR - técnica para ampliar n° de DNA - (reação em cadeia da polimerase)


Perguntas:


1. Quando surgiu 1° microscópio?
há relatos de utilização de lentes pelo homem desde a época de Cristo. No final do séc XVI, Galileu criou o telescópio com um conjunto de lentes montadas em um tubo, para aproximar objetos distantes. O mesmo telescópio, olhado pelo lado oposto, aumentava os objetos pequenos e invisíveis a olho nu. Alguns historiadores atribuem a Zacharias Jansen, um holandes, o crédito de ter montado o 1° microscópio.


2. Partes do microscópio

Microscópio óptico. 
1-Ocular; 2-Revólver; 3-Objectiva; 4-Parafuso macrométrico; 5-Parafuso micrométrico; 6-Platina; 7-Espelho; 8-Condensador
3. Como surgiu o nome célula?
Robert Hooke - Usa o termo "equenas células" para designar as équenas cavidades da cortiça.

4. Definir teoria celular
Um dos conhecimentos fundamentais da biologia, define que todos os seres vivos são compostos por células - unidade básica dos seres vivos.

5. Qual a parte da biologia que estuda as células?
Biologia celular ou citologia é o ramo da biologia que estuda as células no que diz respeito à sua estrutura, suas funções e sua importância na complexidade dosseres vivos.

6. Maior aumento do microscópio optico?
entre 1000 e 1500 x


terça-feira, 27 de julho de 2010

Base Tecnológica - SE

Sistemas e Ecossistemas

conceitos
- MB atingiu todos os objetivos propostos
- B atingiuparte dos objetivos propostos
- R atingiu os objetivos básicos
- I - não atingiu os objetivos

Avaliação
- prova - teórica e prática
- relatórios
- seminários
- pesquisas
- questões de filmes

Habilidades
- utilização dos equipamentos de laboratório
- utilização dos materiais de laboratório
- utilização de termos técnicos

Atitudes
sala de aula (não celular, não boné, educação)
laboratório (calça comprida, avental, sapato, trabalho em equipe, responsabilidade)

Relatório
- em grupo - 4 alunos
- identificar: nome, n° e série
- introdução
- objetivo: observar, identificar
- protozoários
- vermes
- algas
- resultados (desenhos) - campo de visão: 400 x desenho alga, desenho protozoário
- conclusão
- bibliografia
- anexos

Prosperidade sem crescimento - Economia para um planeta finito



Em cima da notícia: Prosperidade sem crescimento - Economia para um planeta finito

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Qua, 27 de Janeiro de 2010 00:00

Antes de mais nada, é preciso salientar e, mais do que isso, é preciso revolucionar nosso conceito moral da infinitude dos recursos do planetinha azul. Fixemo-nos no segundo termo do binômio do título. Explique-se: a evolução nos acostumou até aqui a pensar, ou acreditar, o que é pior, que no planeta nunca nada nos faltará, uma espécie de um eterno em se plantando tudo dá transliterado para – em se extraindo tudo permanece. Não deixa de ser, é óbvio, uma reminiscência de nossa crença em um paraíso (perdido!): bom seria se assim fosse. Mas há essa distância abissal entre aquilo que gostaríamos que fosse (um planeta de recursos infindáveis, e com uma capacidade mágica de autodepuração, para desfazer nossa poluição) e aquilo que é: um planeta no qual todos os recursos, a depender da forma e inteligência de sua exploração, são/poderão ser finitos. É certo que ao lado de seus tantos reveses, o ser humano tem acumulado também conquistas, sobretudo nos últimos duzentos anos, pelas mãos da Ciência (em que pese seus inúmeros e recorrentes maus usos dessa). O desenvolver do conhecimento científico mostra-nos hoje, indubitavelmente: (1) que recursos minerais e orgânicos caracterizam-se por ‘esgotabilidade’, mesmo a água, que tem um permanente ciclo de vida, não diminuindo em quantidade, pode desaparecer em qualidade para uso, e (2) que a Terra tem sua própria fisiologia – como um corpo vivo que é, opera fisiologicamente sua homeostase, uma eco-homeostase, que pode sim ser rompida quando o agente etiológico, vale dizer, o fator impactante, supera a capacidade homeostática de neutralização da causa nociva e reparação do dano. Desconhecer a fisiologia do planeta, imputando-lhe por nossas ações diversas patologias, é, na atualidade, a maior prova de todas de nossa miopia e do fato de que para fazermos jus ao presunçoso título de sapiens, talvez ainda falte muito. Ora, entendido que o planeta tem muitos e pródigos recursos sim, mas todos finitos, a pergunta aguda que se expõe a qualquer pessoa medianamente sensata é: e a economia que temos praticado, principalmente essa do atual supercapitalismo onipresente, terá sido uma economia concebida e praticada sob o paradigma da finitude dos recursos. Ou seja, será que ao longo de nossos últimos séculos, ao lado do consumo dos recursos, enquanto os ricos enriqueciam e formavam suas superpoupanças, criou-se também, como que compulsoriamente, uma poupança ambiental, nas regras da própria economia, para reparo e reestruturação da economia futura, quando, como é o caso agora, adoecesse a galinha dos ovos de ouro? Simplificando: qual deve ser nossa engenharia econômica, assumido-se o referencial de que os recursos naturais (inclusive o oxigênio) poderão terminar ou então, ainda que não findem, poderão estar inviáveis para a utilização que se lhes necessita dar? Noutras palavras ainda (e agora já envolvendo na reflexão a primeira parte do binômio do título): será que deveremos desenvolver uma economia lastreada no paradigma de prosperar sim, mas sem crescer?

Esse é o inquietante desafio a que nos lança, sem maiores sutilezas, Tim Jackson, professor de Desenvolvimento Sustentável e diretor do Grupo de Pesquisas sobre Estilos de Vida, Valores e Meio Ambiente, Universidade de Surrey (http://www2.surrey.ac.uk/), Reino Unido, e diretor econômico da Comissão de Desenvolvimento Sustentável da Grã-Bretanha (http://www.sd-commission.org.uk/pages/tim-jackson.html). Diz Tim Jackson: “A contínua busca do crescimento econômico coloca em perigo os ecossistemas dos quais dependemos para uma sobrevivência de longo prazo.” E, a respeito de suas posições, arremata: “A fúria às vezes é a resposta adequada”, alfinetando a falta de engajamento dos líderes mundiais, que não pactuaram um novo tratado climático na reunião de Copenhague.
 
O professor, como visto um crítico severo ao Acordo há pouco obtido na bela capital dinamarquesa, é autor de um recente, e ao que parece já polêmico, livro: Prospertiy without Growth - Economics for a Finite Planet (http://www.earthscan.co.uk/ProsperityWithoutGrowth/tabid/102098/Default.aspx), de propósito empregado como título desse comentário.

Stephen Leahy realizou uma interessante entrevista com Jackson para o portal Tierramerica (http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=3380). Vejamos alguns pontos de destaque dessa breve entrevista, nas palavras do próprio entrevistado:


TERRAMÉRICA: Em seu livro, você afirma que o crescimento econômico nos países industrializados está deixando as pessoas menos felizes e destruindo a terra.

“A contínua busca pelo crescimento coloca em risco os ecossistemas dos quais dependemos para uma sobrevivência de longo prazo. Também há ampla evidência de que uma riqueza material maior nos países industrializados não faz seus habitantes felizes, muito pelo contrário.Além de determinado nível de renda, não existe uma correlação de que isso seja diretamente proporcional à felicidade.”

TERRAMÉRICA: Se a era do crescimento terminou, o que ocupará seu lugar?

“É necessário redefinir a riqueza e a prosperidade com base nos parâmetros de *capacidade de florescimento* de Amartya Sen (ganhador do Nobel de Economia em 1998). O florescimento se define como ter o suficiente para comer, ser parte de uma comunidade, ter um emprego que valha a pena, uma moradia decente, acesso a educação e serviços médicos.”

TERRAMÉRICA: E o que acontece com os países em desenvolvimento?

“As nações industrializadas precisam dar essa virada para criar um espaço que permita ao mundo em desenvolvimento melhorar o desempenho de sua economia. Este crescimento tem de ser sustentável e estar dentro dos limites ecológicos. A atual desigualdade entre nações ricas e pobres é uma razão primordial para que o mundo industrializado necessite fazer esta correção de rumo.”

Como se percebe, pelos destaques em negrito que acima fizemos, as provocações que Tim Jackson nos lança são de cunho profundamente filosófico, posto que, além de nos desafiar a uma prosperidade de conotação ecológica, ou, pelo menos, ecoecológica, em lugar do já testado e hoje roto modelo de desenvolvimento assentado no crescimento da produção e dos meios de produção somente, ele:
  • Na primeira das relacionadas respostas nos conclama a refletir a respeito da natureza da felicidade, talvez a mais antiga (e mais presente) das preocupações filosóficas. E o que faz Jackson, com evidente sabedoria, é apontar para o fato de que felicidade não é medida por critério de acumulação de bens e posses. Há, oculta nessa cadeia de produção-consumo de bens planetários esgotáveis-depauperação de recursos naturais (esta, mormente nos países pobres e nos em desenvolvimento), uma nova mão invisível: a do consumidor e sua psicologia. Na sociedade de consumo o sujeito (consumidor) se transforma em objeto. Ele ao mesmo tempo consome e precisa ser consumido. É a coisificação do indivíduo. E a estratégia que ele acaba adotando para voltar a ser sujeito (humano) é a de se transformar num objeto (produto, mercadoria) perceptível, notável (nesse assunto, o leitor não pode deixar de consultar: Zygmunt Bauman, Vida para consumo – a transformação das pessoas em mercadoria. Zahar Ed., Rio de Janeiro, 2008). Assim, praticamente tudo passa a ser regido por leis de consumo, facilitando enormemente o mercado de produção-compras, a mercantilização do ser e o aumento incessante de bens (itens) necessários, necessários apenas para completar/sustentar vazios existenciais decorrentes da construção de vácuos interiores. Isso, em escala planetária, multiplicado pelos bilhões de habitantes de nossa estupefata nave, acirra a exploração dos recursos naturais. É a ciranda do grande e maior de nossos círculos viciosos.
  • Na segunda, há um claro reforço à tese mencionada acima. Afinal, invocando Abraham Maslow, podemos pensar que há um limite para nossas necessidades básicas e materiais que, quando suprido, faz com que passemos a nos preocupar com questões muito mais transcendentais, da essência do ser (pelo menos assim deveria acontecer), como, por exemplo, a transpessoalidade e a real possibilidade do estabelecimento de uma sociedade da confiança. Por oportuno, essa verdade de que em essência gravitamos muito além da superficialidade da posse material, fica tocantemente exposta no depoimento de Rosimaria Souza Assunção, presidente da Associação dos Moradores do Quilombo de Boitaraca, em Nilo Peçanha, Bahia, a “dona Mara” (Clique Aqui e veja o vídeo), que, a despeito das precariedades materiais que bravamente sua comunidade enfrenta, tem visão, tempo e alma para a preocupação tanspessoal com aqueles que precisamente pelas difíceis condições locais são obrigados, contra a vontade de todos, a partir à cata de oportunidades para realização de seu potencial humano.
  • Na terceira, por fim, estamos diante do robusto escopo da filosofia moral. A pergunta que lateja é: é moral, é ético, é decente, é religioso, alguns terem tanto (pessoas, grupos ou países) e outros não terem? Essa é a nossa civilização humana? Esse é o destino e o propósito do projeto humano? Para isso viemos ter aqui, seja pelas mãos da natureza ou de Deus?

Responder tais perguntas, e outras quantas da mesma ordem, é urgente, é mais do que urgente, porque não nos parece que haja um tempo inesgotável, embora ele o seja, mas para que possamos dar nossas respostas mais nobres e imediatas. Seja como for, percebamos que é para nós um privilégio viver esse momento: mais do que em qualquer instante antes da trajetória humana, homens e mulheres foram tão protagonistas do futuro quanto agora. Façamos nossa parte, ou, no mínimo, pensemos seriamente na ‘fúria’ de Tim Jackson. Boa leitura!

Fausto Azevedo
Diretor da Agir