Sistemas e Ecossistemas
conceitos
- MB atingiu todos os objetivos propostos
- B atingiuparte dos objetivos propostos
- R atingiu os objetivos básicos
- I - não atingiu os objetivos
Avaliação
- prova - teórica e prática
- relatórios
- seminários
- pesquisas
- questões de filmes
Habilidades
- utilização dos equipamentos de laboratório
- utilização dos materiais de laboratório
- utilização de termos técnicos
Atitudes
sala de aula (não celular, não boné, educação)
laboratório (calça comprida, avental, sapato, trabalho em equipe, responsabilidade)
Relatório
- em grupo - 4 alunos
- identificar: nome, n° e série
- introdução
- objetivo: observar, identificar
- protozoários
- vermes
- algas
- resultados (desenhos) - campo de visão: 400 x desenho alga, desenho protozoário
- conclusão
- bibliografia
- anexos
terça-feira, 27 de julho de 2010
Prosperidade sem crescimento - Economia para um planeta finito
Em cima da notícia: Prosperidade sem crescimento - Economia para um planeta finito
Antes de mais nada, é preciso salientar e, mais do que isso, é preciso revolucionar nosso conceito moral da infinitude dos recursos do planetinha azul. Fixemo-nos no segundo termo do binômio do título. Explique-se: a evolução nos acostumou até aqui a pensar, ou acreditar, o que é pior, que no planeta nunca nada nos faltará, uma espécie de um eterno em se plantando tudo dá transliterado para – em se extraindo tudo permanece. Não deixa de ser, é óbvio, uma reminiscência de nossa crença em um paraíso (perdido!): bom seria se assim fosse. Mas há essa distância abissal entre aquilo que gostaríamos que fosse (um planeta de recursos infindáveis, e com uma capacidade mágica de autodepuração, para desfazer nossa poluição) e aquilo que é: um planeta no qual todos os recursos, a depender da forma e inteligência de sua exploração, são/poderão ser finitos. É certo que ao lado de seus tantos reveses, o ser humano tem acumulado também conquistas, sobretudo nos últimos duzentos anos, pelas mãos da Ciência (em que pese seus inúmeros e recorrentes maus usos dessa). O desenvolver do conhecimento científico mostra-nos hoje, indubitavelmente: (1) que recursos minerais e orgânicos caracterizam-se por ‘esgotabilidade’, mesmo a água, que tem um permanente ciclo de vida, não diminuindo em quantidade, pode desaparecer em qualidade para uso, e (2) que a Terra tem sua própria fisiologia – como um corpo vivo que é, opera fisiologicamente sua homeostase, uma eco-homeostase, que pode sim ser rompida quando o agente etiológico, vale dizer, o fator impactante, supera a capacidade homeostática de neutralização da causa nociva e reparação do dano. Desconhecer a fisiologia do planeta, imputando-lhe por nossas ações diversas patologias, é, na atualidade, a maior prova de todas de nossa miopia e do fato de que para fazermos jus ao presunçoso título de sapiens, talvez ainda falte muito. Ora, entendido que o planeta tem muitos e pródigos recursos sim, mas todos finitos, a pergunta aguda que se expõe a qualquer pessoa medianamente sensata é: e a economia que temos praticado, principalmente essa do atual supercapitalismo onipresente, terá sido uma economia concebida e praticada sob o paradigma da finitude dos recursos. Ou seja, será que ao longo de nossos últimos séculos, ao lado do consumo dos recursos, enquanto os ricos enriqueciam e formavam suas superpoupanças, criou-se também, como que compulsoriamente, uma poupança ambiental, nas regras da própria economia, para reparo e reestruturação da economia futura, quando, como é o caso agora, adoecesse a galinha dos ovos de ouro? Simplificando: qual deve ser nossa engenharia econômica, assumido-se o referencial de que os recursos naturais (inclusive o oxigênio) poderão terminar ou então, ainda que não findem, poderão estar inviáveis para a utilização que se lhes necessita dar? Noutras palavras ainda (e agora já envolvendo na reflexão a primeira parte do binômio do título): será que deveremos desenvolver uma economia lastreada no paradigma de prosperar sim, mas sem crescer?
Esse é o inquietante desafio a que nos lança, sem maiores sutilezas, Tim Jackson, professor de Desenvolvimento Sustentável e diretor do Grupo de Pesquisas sobre Estilos de Vida, Valores e Meio Ambiente, Universidade de Surrey (http://www2.surrey.ac.uk/), Reino Unido, e diretor econômico da Comissão de Desenvolvimento Sustentável da Grã-Bretanha (http://www.sd-commission.org.uk/pages/tim-jackson.html). Diz Tim Jackson: “A contínua busca do crescimento econômico coloca em perigo os ecossistemas dos quais dependemos para uma sobrevivência de longo prazo.” E, a respeito de suas posições, arremata: “A fúria às vezes é a resposta adequada”, alfinetando a falta de engajamento dos líderes mundiais, que não pactuaram um novo tratado climático na reunião de Copenhague.
Esse é o inquietante desafio a que nos lança, sem maiores sutilezas, Tim Jackson, professor de Desenvolvimento Sustentável e diretor do Grupo de Pesquisas sobre Estilos de Vida, Valores e Meio Ambiente, Universidade de Surrey (http://www2.surrey.ac.uk/), Reino Unido, e diretor econômico da Comissão de Desenvolvimento Sustentável da Grã-Bretanha (http://www.sd-commission.org.uk/pages/tim-jackson.html). Diz Tim Jackson: “A contínua busca do crescimento econômico coloca em perigo os ecossistemas dos quais dependemos para uma sobrevivência de longo prazo.” E, a respeito de suas posições, arremata: “A fúria às vezes é a resposta adequada”, alfinetando a falta de engajamento dos líderes mundiais, que não pactuaram um novo tratado climático na reunião de Copenhague.
O professor, como visto um crítico severo ao Acordo há pouco obtido na bela capital dinamarquesa, é autor de um recente, e ao que parece já polêmico, livro: Prospertiy without Growth - Economics for a Finite Planet (http://www.earthscan.co.uk/ProsperityWithoutGrowth/tabid/102098/Default.aspx), de propósito empregado como título desse comentário.
Stephen Leahy realizou uma interessante entrevista com Jackson para o portal Tierramerica (http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=3380). Vejamos alguns pontos de destaque dessa breve entrevista, nas palavras do próprio entrevistado:
Stephen Leahy realizou uma interessante entrevista com Jackson para o portal Tierramerica (http://www.tierramerica.info/nota.php?lang=port&idnews=3380). Vejamos alguns pontos de destaque dessa breve entrevista, nas palavras do próprio entrevistado:
TERRAMÉRICA: Em seu livro, você afirma que o crescimento econômico nos países industrializados está deixando as pessoas menos felizes e destruindo a terra.
“A contínua busca pelo crescimento coloca em risco os ecossistemas dos quais dependemos para uma sobrevivência de longo prazo. Também há ampla evidência de que uma riqueza material maior nos países industrializados não faz seus habitantes felizes, muito pelo contrário.Além de determinado nível de renda, não existe uma correlação de que isso seja diretamente proporcional à felicidade.”
TERRAMÉRICA: Se a era do crescimento terminou, o que ocupará seu lugar?
“É necessário redefinir a riqueza e a prosperidade com base nos parâmetros de *capacidade de florescimento* de Amartya Sen (ganhador do Nobel de Economia em 1998). O florescimento se define como ter o suficiente para comer, ser parte de uma comunidade, ter um emprego que valha a pena, uma moradia decente, acesso a educação e serviços médicos.”
TERRAMÉRICA: E o que acontece com os países em desenvolvimento?
“As nações industrializadas precisam dar essa virada para criar um espaço que permita ao mundo em desenvolvimento melhorar o desempenho de sua economia. Este crescimento tem de ser sustentável e estar dentro dos limites ecológicos. A atual desigualdade entre nações ricas e pobres é uma razão primordial para que o mundo industrializado necessite fazer esta correção de rumo.”
Como se percebe, pelos destaques em negrito que acima fizemos, as provocações que Tim Jackson nos lança são de cunho profundamente filosófico, posto que, além de nos desafiar a uma prosperidade de conotação ecológica, ou, pelo menos, ecoecológica, em lugar do já testado e hoje roto modelo de desenvolvimento assentado no crescimento da produção e dos meios de produção somente, ele:
- Na primeira das relacionadas respostas nos conclama a refletir a respeito da natureza da felicidade, talvez a mais antiga (e mais presente) das preocupações filosóficas. E o que faz Jackson, com evidente sabedoria, é apontar para o fato de que felicidade não é medida por critério de acumulação de bens e posses. Há, oculta nessa cadeia de produção-consumo de bens planetários esgotáveis-depauperação de recursos naturais (esta, mormente nos países pobres e nos em desenvolvimento), uma nova mão invisível: a do consumidor e sua psicologia. Na sociedade de consumo o sujeito (consumidor) se transforma em objeto. Ele ao mesmo tempo consome e precisa ser consumido. É a coisificação do indivíduo. E a estratégia que ele acaba adotando para voltar a ser sujeito (humano) é a de se transformar num objeto (produto, mercadoria) perceptível, notável (nesse assunto, o leitor não pode deixar de consultar: Zygmunt Bauman, Vida para consumo – a transformação das pessoas em mercadoria. Zahar Ed., Rio de Janeiro, 2008). Assim, praticamente tudo passa a ser regido por leis de consumo, facilitando enormemente o mercado de produção-compras, a mercantilização do ser e o aumento incessante de bens (itens) necessários, necessários apenas para completar/sustentar vazios existenciais decorrentes da construção de vácuos interiores. Isso, em escala planetária, multiplicado pelos bilhões de habitantes de nossa estupefata nave, acirra a exploração dos recursos naturais. É a ciranda do grande e maior de nossos círculos viciosos.
- Na segunda, há um claro reforço à tese mencionada acima. Afinal, invocando Abraham Maslow, podemos pensar que há um limite para nossas necessidades básicas e materiais que, quando suprido, faz com que passemos a nos preocupar com questões muito mais transcendentais, da essência do ser (pelo menos assim deveria acontecer), como, por exemplo, a transpessoalidade e a real possibilidade do estabelecimento de uma sociedade da confiança. Por oportuno, essa verdade de que em essência gravitamos muito além da superficialidade da posse material, fica tocantemente exposta no depoimento de Rosimaria Souza Assunção, presidente da Associação dos Moradores do Quilombo de Boitaraca, em Nilo Peçanha, Bahia, a “dona Mara” (Clique Aqui e veja o vídeo), que, a despeito das precariedades materiais que bravamente sua comunidade enfrenta, tem visão, tempo e alma para a preocupação tanspessoal com aqueles que precisamente pelas difíceis condições locais são obrigados, contra a vontade de todos, a partir à cata de oportunidades para realização de seu potencial humano.
- Na terceira, por fim, estamos diante do robusto escopo da filosofia moral. A pergunta que lateja é: é moral, é ético, é decente, é religioso, alguns terem tanto (pessoas, grupos ou países) e outros não terem? Essa é a nossa civilização humana? Esse é o destino e o propósito do projeto humano? Para isso viemos ter aqui, seja pelas mãos da natureza ou de Deus?
Responder tais perguntas, e outras quantas da mesma ordem, é urgente, é mais do que urgente, porque não nos parece que haja um tempo inesgotável, embora ele o seja, mas para que possamos dar nossas respostas mais nobres e imediatas. Seja como for, percebamos que é para nós um privilégio viver esse momento: mais do que em qualquer instante antes da trajetória humana, homens e mulheres foram tão protagonistas do futuro quanto agora. Façamos nossa parte, ou, no mínimo, pensemos seriamente na ‘fúria’ de Tim Jackson. Boa leitura!
Fausto Azevedo
Diretor da Agir
domingo, 25 de julho de 2010
Questões - CMAAS
33 anos depois...
1. Partes básicas de uma célula
Núcleo, membrana plasmática e citoplasma.
1. Partes básicas de uma célula
Núcleo, membrana plasmática e citoplasma.
2.Microorganismos
Micro-organismos são os micróbios que possuem organelas funcionais no interior de suas cápsulas ou células como bactérias, protozoários, fungos unicelulares e algas unicelulares.
3. Doenças causadas por bactérias
Vírus (do latim virus, "veneno" ou "toxina") são pequenos agentes infecciosos (20-300 ηm de diâmetro) que apresentam genoma constituído de uma ou várias moléculas de ácido nucléico(DNA ou RNA), as quais possuem a forma de fita simples ou dupla. Os ácidos nucléicos dos vírus geralmente apresentam-se revestidos por um envoltório protéico formado por uma ou váriasproteínas, o qual pode ainda ser revestido por um complexo envelope contendo lipídios.
Principais viroses humanas: gripe, hepatite (A, B e C), caxumba, sarampo, varicela (catapora), SIDA (AIDS), raiva (hidrofobia), dengue, febre amarela, poliomielite (paralisia infantil), rubéola, meningite, encefalite, herpes, febre hemorrágica, pneumonia, HLTV, Gripe Suina,
4. Doenças causadas por vírus
Bactérias (do grego bakteria, bastão) são organismos unicelulares, procariontes (não possuemenvoltório nuclear, nem organelas membranosas). Podem ser encontrados na forma isolada ou em colônias e pertencem ao Domínio homônimo Bacteria. Podem viver na presença de ar (aeróbias), na ausência de ar (anaeróbias), ou ainda serem anaeróbias facultativas.
tétano, a febre tifóide, a pneumonia, a sífilis, a cólera e tuberculose...
5. Fungos macroscópicos usado na alimentação
Cogumelos
6. Eucariontes e procariontes
As células procariontes ou procarióticas, também chamadas de protocélulas, são muito diferentes das eucariontes. A sua principal característica é a ausência da membrana carioteca individualizando o núcleo celular, pela ausência de alguns organelos e pelo pequeno tamanho que se acredita que se deve ao fato de não possuírem compartimentos membranosos originados por evaginação ouinvaginação. Também possuem DNA na forma de um anel associado a proteínas básicas e não a histonas (como acontece nas células eucarióticas, nas quais oADN se dispõe em filamentos espiralados e associados a histonas).[2]
As células eucariontes ou eucarióticas, também chamadas de eucélulas, são mais complexas que as procariontes. Possuem membrana nuclear individualizada e vários tipos de organelas. A maioria dos animais e plantas a que estamos habituados são dotados deste tipo de células.[2]
Possuem carioteca - núcleo organizado.
7. biossegurança
É o conjunto de estudos e procedimentos que visam a evitar ou controlar os riscos provocados pelo uso de agentes químicos, agentes físicos e agentes biológicos à biodiversidade.
8. por que os vírus são considerados parasitas obrigatórios?
O vírus é um ser que até hoje os cientistas se perguntam se é ou não um ser vivo. Ele é feito de proteína e material genético. Não respira, não se alimenta (o que também não excreta), não possui metabolismo próprio, etc. Por isso, ele necessita de uma célula para que possa colocar seu material genético dentro dela e que possa reproduzir e fazer o estrago. Todos os vírus conhecidos fazem isso. Mas cada um se especiliza em um tipo de tecido: os da gripe ficam mais no sistema respiratório, a AIDS, fica no imunológico, entre outros...
9. material genético da bactéria
DNA - Ácido desóxiribonucleico
O ácido desoxirribonucleico (ADN, em português: ácido desoxirribonucleico; ou DNA, em inglês: deoxyribonucleic acid) é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seresvivos e alguns vírus. O seu principal papel é armazenar as informações necessárias para a construção das proteínas e ARNs. Os segmentos de ADN que contêm a informação genética são denominados genes. O restante da sequência de ADN tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação genética.
10. organismos pluricelulares
Um organismo pluricelular (das formas do latín plures, plura, plurium que significam "vários", "muitos"; e cellula, diminutivo também latino de sobrancelha, "celda", "quarto pequeno") é aquele organismo que está constituído por mais de uma célula e que possui células diferenciadas que realizam funções especializadas, em contraposição aos organismos unicelulares (protozoos e bactérias, entre muitos outros) que reúnem todas as suas funções vitais numa única célula.
Base Tecnológica - CMAAS
Características microbiológicas da água, ar e solo
Base Tecnológica:
1. biossegurança e histórico da microbiologia
2. bacteriologia
- morfologia
- estruturas
- curva de crescimento
3. virologia
- principais grupos e morfofisiologia
4. fungos
- principais grupos e morfofisiologia
5. protozoários
- principais grupos e morfofisiologia
6. processos de degradação biológica natural, digestão aeróbica e anaeróbica por meio de fermentação e respiração.
7. normas técnicas e rotinas ara coleta de amostras
8. técnicas de microscopia, técnicas de preparação de amostras
avaliação
escrita 2
prática 1
relatórios
Material
- jaleco
- 1 cx lâminas
- 1 cx laminulas
- 1 papel absorvente
- 1 cx fósforos
- 1 perfex
- 1 laminário
canetas hidrográficas
livro: Microbiologia - Pelckza vol 1
Base Tecnológica:
1. biossegurança e histórico da microbiologia
2. bacteriologia
- morfologia
- estruturas
- curva de crescimento
3. virologia
- principais grupos e morfofisiologia
4. fungos
- principais grupos e morfofisiologia
5. protozoários
- principais grupos e morfofisiologia
6. processos de degradação biológica natural, digestão aeróbica e anaeróbica por meio de fermentação e respiração.
7. normas técnicas e rotinas ara coleta de amostras
8. técnicas de microscopia, técnicas de preparação de amostras
avaliação
escrita 2
prática 1
relatórios
Material
- jaleco
- 1 cx lâminas
- 1 cx laminulas
- 1 papel absorvente
- 1 cx fósforos
- 1 perfex
- 1 laminário
canetas hidrográficas
livro: Microbiologia - Pelckza vol 1
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Questionário SE
1. Citar as organelas de uma célula e suas funções
http://orbita.starmedia.com/~nightzone/vestibular/resumos/biologia/bio019.htm
2. Citar as características de uma célula vegetal e dar 1 exemplo.
plantas/algas
A célula vegetal é semelhante a célula animal mas contém algumas peculiaridades como a parede celular e os cloroplastos. Está dividida em: componentes protoplasmáticos que são um composto de organelas celulares e outras estruturas que sejam ativas no metabolismo celular. Inclui o núcleo, retículo endoplasmático, citoplasma, ribossomos, complexo de Golgi, mitocôndrias, lisossomos e plastos ecomponentes não protoplasmáticos são os resíduos do metabolismo celular ou substâncias de armazenamento. Inclui vacúolos, parede celular e substâncias ergástricas.
3. citar as características de uma célula animal e dar 1 exemplo
Célula animal é uma célula que se pode encontrar nos animais e que se distingue da célula vegetal pela ausência de parede celular e deplastos, as células animais são eucariontes
4. Citar os componentes orgânicos e inorgânicos da célula
Os componentes químicos das células podem ser divididos em 2 grupos:
ORGÂNICOS: flicídios, lipídios, protídios, vitaminas e ácidos
nucléicos.
INORGÂNICOS: Água e sais minerais.
Os componentes Orgânicos possuem em suas moléculas,
obrigatóriamente o elemento Carbono, ao contrário dos componentes inorgânicos.
Mas há substâncias como o Monóxido de Carbono e o Dióxido de Carbono, cujas propriedades são típicas dos compostos inorgânicos, ainda que apresentem carbono em suas moléculas.
Agora vou falar dos percentuais médios com que se apresentam os principais elementos químicos das células:
água 65%
protídios 14%
lipídios 8%
glicídios 5%
sais minerais 4%
ácidos nucléicos 3%
outros compostos 1%
O total daria 100%
Nos inorgânicos a água é o que o ser humano tem em maior
proporção, variando em 70% a 80%.
Os Sais Minerais, servem como tampão e faz parte da estrutura das membranas celulares e é essencial aos ácidos nucléicos.
Glicídios são os carboidratos. Crbono, Hidrogêneo e Oxigêneo, mais vulgarmente chamados de açucares.
Lipídios são misturas de substâncias orgânicas.
Vitaminas atuam a nível celular e são importantíssimas para o processo metabólico de todos os seres vivos
Ácido Nucléico são moléculas complexas que produzem
células vivas e virus. Transmitem características hereditárias.
Protéidos, são os aminoácidos e que formam a proteina
5. definir célula procarionte dar 1 exemplo
não possui núcleo organizado
vírus e bacterias
6. definir célula eucarionte e dar exemplo
núcleo organizado desenvolvido - algas, células animais e vegetais
7. definir seres autótrofos e dar 1 exemplo
Os seres vivos, como plantas e as algas que realizam a sua nutrição por meio da fotossíntese.
8. definir seres heterótrofos e dar 1 exemplo
Os seres vivos, que buscam energia se alimentando de outros seres vivos pois são incapazes de produzir energia sozinhos (através da fotossíntese).
9. definir respiração aeróbica e anaeróbica
aeróbica - necessita de oxigênio
anaeróbica- vivem na ausência de oxigênio
10. definir reprodução sexuada e assexuada dar 1 exemplo
sexuada - há participação de células especiais, os gametas. Os gametas são células que carregam parte do material genético que formará um novo ser. No animal, o gameta masculino é o espermatozóide e o gameta feminino é o óvulo.
assexuada - não envolve estas etapas especiais, os gametas; depende apenas das células.
Organelas | Origem | Comp. Quím. | Funções |
Retículo End. | Da membrana celular | Lipoproteíca |
|
Ribossomos | No nucléolo, pelo RNA-ribossômico. | --- | - síntese de proteínas para uso intra-celular |
Lisossomos | Do Complexo de Golgi | Lipoproteíca, com muitas enzimas no seu interior. |
|
Complexo de Golgi ou dictiossomo ou golgiossomo | Do REL | Lipoproteíca |
|
Plastos | De plastos primitivos | Semelhante a de uma célula. |
|
Mitocôndrias | A partir da duplicação de outras mitocôndrias | Semelhante a de uma célula |
|
Centríolos | Por autoduplicação de outros centríolos | Microtúbulos proteícos |
|
http://orbita.starmedia.com/~nightzone/vestibular/resumos/biologia/bio019.htm
2. Citar as características de uma célula vegetal e dar 1 exemplo.
plantas/algas
A célula vegetal é semelhante a célula animal mas contém algumas peculiaridades como a parede celular e os cloroplastos. Está dividida em: componentes protoplasmáticos que são um composto de organelas celulares e outras estruturas que sejam ativas no metabolismo celular. Inclui o núcleo, retículo endoplasmático, citoplasma, ribossomos, complexo de Golgi, mitocôndrias, lisossomos e plastos ecomponentes não protoplasmáticos são os resíduos do metabolismo celular ou substâncias de armazenamento. Inclui vacúolos, parede celular e substâncias ergástricas.
3. citar as características de uma célula animal e dar 1 exemplo
Célula animal é uma célula que se pode encontrar nos animais e que se distingue da célula vegetal pela ausência de parede celular e deplastos, as células animais são eucariontes
4. Citar os componentes orgânicos e inorgânicos da célula
Os componentes químicos das células podem ser divididos em 2 grupos:
ORGÂNICOS: flicídios, lipídios, protídios, vitaminas e ácidos
nucléicos.
INORGÂNICOS: Água e sais minerais.
Os componentes Orgânicos possuem em suas moléculas,
obrigatóriamente o elemento Carbono, ao contrário dos componentes inorgânicos.
Mas há substâncias como o Monóxido de Carbono e o Dióxido de Carbono, cujas propriedades são típicas dos compostos inorgânicos, ainda que apresentem carbono em suas moléculas.
Agora vou falar dos percentuais médios com que se apresentam os principais elementos químicos das células:
água 65%
protídios 14%
lipídios 8%
glicídios 5%
sais minerais 4%
ácidos nucléicos 3%
outros compostos 1%
O total daria 100%
Nos inorgânicos a água é o que o ser humano tem em maior
proporção, variando em 70% a 80%.
Os Sais Minerais, servem como tampão e faz parte da estrutura das membranas celulares e é essencial aos ácidos nucléicos.
Glicídios são os carboidratos. Crbono, Hidrogêneo e Oxigêneo, mais vulgarmente chamados de açucares.
Lipídios são misturas de substâncias orgânicas.
Vitaminas atuam a nível celular e são importantíssimas para o processo metabólico de todos os seres vivos
Ácido Nucléico são moléculas complexas que produzem
células vivas e virus. Transmitem características hereditárias.
Protéidos, são os aminoácidos e que formam a proteina
5. definir célula procarionte dar 1 exemplo
não possui núcleo organizado
vírus e bacterias
6. definir célula eucarionte e dar exemplo
núcleo organizado desenvolvido - algas, células animais e vegetais
7. definir seres autótrofos e dar 1 exemplo
Os seres vivos, como plantas e as algas que realizam a sua nutrição por meio da fotossíntese.
8. definir seres heterótrofos e dar 1 exemplo
Os seres vivos, que buscam energia se alimentando de outros seres vivos pois são incapazes de produzir energia sozinhos (através da fotossíntese).
9. definir respiração aeróbica e anaeróbica
aeróbica - necessita de oxigênio
anaeróbica- vivem na ausência de oxigênio
10. definir reprodução sexuada e assexuada dar 1 exemplo
sexuada - há participação de células especiais, os gametas. Os gametas são células que carregam parte do material genético que formará um novo ser. No animal, o gameta masculino é o espermatozóide e o gameta feminino é o óvulo.
assexuada - não envolve estas etapas especiais, os gametas; depende apenas das células.
A regeneração, um tipo de reprodução assexuada, ocorre, por exemplo, nas planárias.
11. definir ciclo de vida
nascer, crescer, reproduzir, morrer
12. citar os reinos da natureza
1) Monera (bactérias e cianobactérias)
2) Protista ( algas e protozoários)
3) Fungi (fungos)
4) Animália (animais)
5) Plantae (plantas)
2) Protista ( algas e protozoários)
3) Fungi (fungos)
4) Animália (animais)
5) Plantae (plantas)
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